Transformando seu Vitimismo em combustível para seu Sucesso

Diga não ao vitimismo, isso te impede de prosperar para conseguir uma vida digna de ser vivida e feliz.



Tenho certeza que a pessoa que se comporta como vítima, não gosta de viver nesse cenário, porém devido a esse processo instalado ter trazido “vantagens” em certos momentos da vida, quando precisava deste recurso para ajudar na sua sobrevivência física e mental, seja de uma ameaça real ou imaginária quando criança, hoje em dia a vítima mantém esse tipo de comportamento sabotador, drenando sua própria energia e das pessoas que estão ao seu redor.

Esse tipo de sabotador interno é nocivo, pois agir desta maneira, de alguma forma fictícia oferece certas vantagens às quais, às vezes, é difícil renunciar. Fica muito claro, os “benefícios” que a pessoa tem pelos cuidados que recebe em momentos de fragilidade, recebendo a atenção que não estava recebendo no dia-a-dia. Às vezes, nos sentimos frágeis com situações complicadas, delicadas e desafiadoras tanto para nós mesmos quanto para o resto do mundo, situações como momentos de crises mundiais, de quarentena, de excesso de desemprego… Mudanças fazem parte do processo evolutivo e nem sempre é gostoso e tranquilo. Todos em algum momento da vida iremos sofrer adversidades. Algumas mais duras, outras mais leves, mas é certo que os obstáculos também fazem parte deste presente que é viver.

Meu grande lema e inspiração para momentos desafiadores diz que tudo é dádiva e oportunidade. Também sempre me lembro da frase de Buda:
“A dor é inevitável, mas o sofrimento é opcional.” E eu escolho não sofrer. Essa é uma atitude que não combina com o vitimismo.

Isto não significa que estaremos ausente de desafios, dores… Não temos a capacidade de escolher o que vai acontecer na vida. No máximo podemos tomar decisões mais ou menos acertadas, mas nada nos garante escapar da dor. Agora, sempre poderemos escolher de que forma preferimos enfrentar os problemas.

Reconheça que o vitimismo só te atrasa e impede a evolução

Reclamar de tudo, que tudo é mais difícil para você, que o mundo é horrível, não fará seu mundo um lugar melhor. Ser uma pessoa que se queixa de tudo, assumindo um papel de pessoa prejudicada ou ferida, que costuma culpar o mundo ou os outros, mas que pouco faz para mudar a situação atual lhe soa familiar?

As pessoas que agem como vítimas tem a tendência de pensar que são miseráveis, que são azaradas, que o mundo e os outros são maus com elas.

Todos querem prejudicá-las, quando a realidade é na verdade outra. A vítima acredita nessa falsa verdade por causa de uma distorção perceptiva, ou pode ser simplesmente um exercício de simulação.

A pessoa ancorada à vitimização não consegue, e as vezes de forma inconsciente, nem deseja sair dessa situação e acaba se afundando cada vez mais, esperando o cuidado, a ajuda de alguém que a irá amparar sendo misericordioso com a desgraça alheia. Sempre há pessoas ao seu redor que procuram ajudá-la. Somos seres humanos e não gostamos de ver ninguém sofrendo, principalmente pessoas próximas de nós, mas a verdade é que no final das contas todos os envolvidos acabam sofrendo junto, embora quem sofra principalmente seja a própria pessoa no papel de vítima, porque no fundo aumenta a sensação de mal estar consigo mesma. Além do mais, uma pessoa que age como vítima, costuma contar com uma autoestima baixa e pensa que só se colocando no papel de vítima irá merecer carinho e atenção.

Como reconhecer uma pessoa que se faz de vítima?

A pessoa que se faz de vítima quer que os outros reconheçam o seu sofrimento, acha que o seu problema é o maior do mundo, que é realmente uma desafortunada. Normalmente sente-se atacada de modo que procura reforçar o seu estado, isto é, que lhe deem palavras e frases como “coitadinho”, “que mal a vida trata você” ou “você é um azarado, que azar você tem”. Se alguém tenta encorajá-la para que tome as rédeas da sua vida e procure encontrar soluções, se ofende e pensa que a pessoa não quer entendê-la, nem se colocar no seu lugar. Costuma culpar os outros e a vida.

O que fazer com estas pessoas?

Simplesmente não entrar no seu jogo e ajudar eles a se perceberem. O desafio é que nossa cultura nos ensina desde pequenos que é preciso sentir compaixão pelos que sofrem e ajudar ao outro, mesmo que nossos próprios interesses fiquem relegados a um segundo plano. Aprenda a dizer NÃO a esse jogo e se torne uma influência positiva, mostrando atitudes mentais positivas, carinho, amor, mas sem amolecer. No início é desconfortável, mas os resultados serão benéficos. A pessoa precisa reconhecer que deve assumir outro comportamento muito mais saudável. Se não for assim, a pessoa vitimista não ganhará consciência de que suas estratégias não têm efeito e que deveria pensar em mudar de atitude.

Seja feliz porque nasceu para ser FELIZ, se permita a conhecer técnicas treinamentos que desenvolvem e ajudam a você se tornar mais confiante, elevar autoestima, e ampliar sua positividade.

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GUSTAVO HOHENDORFF

Reprogramador Comportamental Positivo

Gustavo Hohendorff é uma pessoa contagiante. Traz luz e boas vibrações por onde passa. Graduado em Administração de Empresas e Marketing, com mais de 25 anos de experiência na área Marketing e Vendas nas maiores empresas da indústria farmacêutica mundial e de nutrição esportiva. Treinador comportamental, palestrante, consultor, escritor e colunista de revistas, foi professor de pós-graduação em Administração de Empresas da FGV, desde 2006. Atualmente é Mestrando em Science in Business Administration, pela Florida Christian University. Acredita que na vida tudo é dádiva e oportunidade e que qualquer acontecimento pode trazer, sempre, três presentes para a vida de quem o recebe. • Autor do livro “Pequenas Atitudes Grandes Vitórias” e do livro “Introdução à R.C.P.” • Coautor dos livros “Competências Profissionais” e “Coaching Cinema e Pipoca 2” • Faixa-preta de Jiu jitsu amante de atividades esportivas, um incentivador e praticante da vida saudável.




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